Nossa Plataforma:
Desafio Pan-Amazônia
O Desafio Pan-Amazônia é uma plataforma de dados abertos, coordenada pela Conexsus e desenvolvida no âmbito do projeto AmazonBeEco. Reunimos dados de mais de 700 negócios comunitários da sociobioeconomia em seis países: Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname.
Em parceria com cinco organizações implementadoras – IC Fundación (Colômbia), NESsT (Peru), Amazon Conservation Team Guianas (Suriname), National Coordination Coalition - NCC (organização que esteve no projeto até dezembro/2025, fazendo o mapeamento na Guiana) e Los Aliados (Equador), além da Conexsus (Brasil) – levantamos dados que oferecem uma visão estratégica sobre a base produtiva da região.
Nosso trabalho consistiu em mapear a maturidade organizacional, o dinamismo econômico, as principais cadeias de valor, parcerias e recursos financeiros. Essas informações nos permitem compreender os desafios e oportunidades para ativar o ecossistema de negócios comunitários da sociobioeconomia.
Conheça os quatro pilares de nosso trabalho, que nos permitem compreender e fortalecer a sociobioeconomia na Pan-Amazônia:
O que é Sociobioeconomia?
A sociobioeconomia propõe um modelo de desenvolvimento que equilibre a conservação da natureza com a geração de benefícios econômicos. Fundamentada no uso sustentável da biodiversidade e dos recursos naturais, ela empodera povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, unindo produção, bem-estar e floresta em um propósito comum. Na Pan-Amazônia, a sociobioeconomia é uma estratégia central para preservar o bioma e elevar a qualidade de vida de seus habitantes.
Por que isso importa?
A sociobioeconomia representa uma alternativa concreta para enfrentar desafios climáticos, reduzir desigualdades e fortalecer modos de vida conectados à floresta. Ao apoiar negócios comunitários, fortalecemos também a conservação da Amazônia e a construção de economias mais inclusivas.
Negócios Comunitários
Os Negócios Comunitários são o cerne dessa transformação: empreendimentos criados e liderados por comunidades, pautados em práticas produtivas responsáveis. Eles geram renda, fortalecem a resiliência territorial e contribuem ativamente para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas, provando que desenvolvimento e conservação podem e devem caminhar juntos.








